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O Natal dos desvalidos e favelados de Belém

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Com 12 das 50 maiores favelas do Brasil, segundo o IBGE, a capital Belém e região abriga bolsões de miséria, de gente sem as mínimas condições de viver em lugares sem água tratada, energia, saneamento e educação. A pergunta que fica é: o que a classe política (a elite?) faz para reduzir esse cenário trágico?

 

A verdade é que boa parte dessa população sobrevive a margem do desenvolvimento, pois não são da classe C (nova classe media), mas é com o voto dos desvalidos e favelados de Belém que uma grande parcela dos políticos se elege, e acabar com a pobreza desse povo significa acabar com uma fonte quase que inesgotável de votos. Votos de pobre que sustentam a pobreza. O que fazer então?

 

O povo pode e deve se revoltar, fazer manifestações e exigir a saída dos políticos que roubam (como os que roubaram verba publica da ALEPA) e enganam a população.

 

 

A melhor forma de manter a população favelada é dando presentes de natal baratos para as crianças e distribuir policiais corruptos pelas ruas da periferia, pois só assim os ricos estarão protegidos da horda. Por isso que é preciso reclamar, protestar e deixar bem claro que se não houver mudança do jeito “democrático”, a mudança deve ser feita usando a força.

Written by ASCOM

12/25/2011 at 11:49 PM

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Educação: Mais presídios, menos escolas

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Durante a semana passada acompanhamos sérios casos de violência nas escolas públicas paraenses, casos de agressão com estiletes, no total foram 4 casos. Já não é a primeira vez que casos como esses acontecem em ambiente onde os alunos deveriam aprender para mudar suas vidas.

As escolas da periferia são as que mais sofrem com a pressão do entorno violento, alunos que vem de famílias desestruturadas ou que não tem família e são criados como “bicho solto”, sem limites e sem medo do que possa acontecer, são jovens que não pensam no amanhã e que acham que o mundo é deles. Um triste quadro que inevitavelmente faz parte do ambiente escolar.

A escola acaba atuando como “família” desses adolescentes e jovens soltos no mundo, quando deveria ter a função primordial de promover o conhecimento, a construção do caráter é papel da família e não da escola.

Esse cenário apocalíptico gera como consequência a superlotações de cadeias e presídios, não é a toa que a maioria são jovens evadidos das escolas, grande parte da periferia. Eles saem das escolas, vão para as ruas e logo estão nas cadeias. Caso o Governo do Estado Pará (e sua política elitista e neoliberal) não tome medidas enérgicas, será necessário criar novos presídios para esses jovens.

As escolas públicas estaduais paraenses são atualmente verdadeiras fábricas de fracasso, pois grande parte desses estudantes sequer chegam ao ensino médio e quando chegam não fazem nem o ENEM (a participação dos estudantes paraenses ficou abaixo dos 50%) e muito menos um curso técnico ou profissionalizante. A escolaridade de boa parte dos presos provisórios e condenados é ensino fundamental incompleto, portanto, há uma relação direta entre escola ruim e aumento da população carcerária.

Engrenagens do Fracasso na Educação Paraense

As escolas devem ter suas infraestruturas melhoradas (muitas nem tem quadras de esportes, biblioteca ou laboratório de informática em funcionamento), assim como a carga horária desses alunos aumentada. Além disso, é preciso que os professores passem a “dar aula” de verdade e parem de fazer greve. Faça uma pesquisa nas escolas e pergunte aos alunos quantas aulas eles não tiveram durante a semana…você vai ficar chocado com as respostas!

Written by ASCOM

09/26/2011 at 11:08 AM

Pará sem Lei: Colônia de “Férias” Heleno Fragoso…faça parte!

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ANÚNCIO

Você que é detento ou pensa em cometer algum crime no futuro…

Não perca tempo! Venha para a colônia de “férias” Heleno Fragoso situada no município de Santa Isabel (PA), pertinho da capital Belém.

Atrativos:

- Entrada e saída liberada para os detentos do semi-aberto;

- Ingresso com bebida alcoólica e ou drogas;

- Igarapé com águas cristalinas;

- Comida, bebida, roupa lavada, banho de sol, etc.

-Permissão de entrada de acompanhantes, inclusive  “menores”, sem nenhuma restrição.

Não perca tempo, faça parte da nossa colônia de ‘férias”, pois ser punido por um crime nunca foi tão divertido.

Apoio: (Des) Governo do Estado do Pará

 

PS.: Embora o anúncio seja fictício, parte do seu conteúdo é real. Não bastasse o fato dos detentos serem abrigados em um presídio/hotel de “luxo” (com água, comida, roupa lavada) que custa o nosso dinheiro, ainda aproveitam o clima de total falta de leis para abusar de menores, usar drogas e cometer crimes.  É preciso acabar com essa bizarrice de regime semiaberto para bandido sem recuperação. Até quando iremos estar reféns de governantes sem pulso e bandidos que pintam e bordam sob os olhos do Governo e da sociedade?

 

 

 

Written by ASCOM

09/21/2011 at 8:51 PM

Governo aumenta IPI dos importados em 30% e privilegia as “carroças”

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Isso mesmo, o Governo Brasileiro de maneira errada, aumentou o IPI dos carros importados (principalmente asiáticos como Honda, Chery, Jac, Hyundai, etc.) para “proteger” a nossa falsa indústria nacional. Eis a reserva de mercado, que sempre foi danosa e obrigou a população a ter produtos ultrapassados e sucateados (basta lembrar da reserva de mercado para computadores, onde tínhamos que usar PCs obsoletos para “defender” a indústria nacional).

A verdade é que os carros ditos “nacionais” são verdadeiras “carroças”, pois não tem segurança (air-bag e freio ABS é opcional…aliás, segurança é opcional para as montadoras), possuem fraco desempenho de motor e são caríssimos! Um mesmo modelo de carro que aqui custa US$ 30 mil dólares, custa US$ 17 mil na argentina e US$ 15 mil no México. Além do mais os carros brasileiros são “pelados”, ou seja, sem itens de série, como ar-condicionado, direção hidráulica, trio elétrico e rodas são vendidos separadamente…você vai nas concessionárias e um carro com valor de R$ 23 mil acaba saindo por R$ 28 mil com os itens que os vendedores “empurram” para o cliente desavisado.

 

Bom mesmo é comprar carro asiático, pois são melhores, baratos, completos e com design moderno, ao contrário dos carros montados no Brasil, que são nada mais que os modelos que a Europa rejeitou.

 

Está na hora do brasileiro deixar de comprar essas “carroças” nacionais e exigir itens de série para melhorar a segurança do trânsito (quantas pessoas deixariam de perder a vida se os carros nacionais tivessem air-bag?) e conforto do motorista.

 

É preciso também acabar com a má-fé dos donos de concessionárias que lucram em cima do financiamento do veículo (além de lucrar em cima da venda) com as chamadas “taxas de retorno”, além de taxas abusivas e criminosas praticadas no mercado (como a famigerada Taxa de Abertura de Cadastro, onde a empresa te cobra quase mil reais só pra preencher um cadastro!).

 

Vamos acordar Brasil! Chega de enganação e parem de comprar as “carroças” brasileiras.

Written by ASCOM

09/19/2011 at 7:59 PM

Segurança Pública: Está na hora de retirar o “integrado” do CIOP.

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Criado para integrar todos os órgãos relacionados à segurança pública (Instituído em 1998, por decreto estadual nº 2.959, o Centro Integrado de Operações foi criado como unidade de gestão compartilhada integrante da estrutura organizacional do Sistema Integrado de Segurança do Estado. O órgão reúne, no mesmo espaço físico, os centros de operações das Polícias Civil e Militar, Corpo de Bombeiros Militar e Departamento de Trânsito.), o Centro Integrado de Operações ligado ao Governo do Estado, já prestou um bom serviço no passado, mas hoje deixa muito a desejar.

Quem tenta ligar aos finais de semana para o número 190 durante o período da madrugada (0h01 e 16h) acaba se deparando com a fatídica “musiquinha”, indicando que não há atendentes disponíveis (não por estarem ocupados com outros chamados, mas por não estarem em seus postos de trabalho!). Ao tentar ligar para Delegacia do Meio Ambiente para denunciar poluição sonora, há duas possibilidades: ou o telefone só chama ou quando atendem sequer há identificação (certa vez liguei e o atendente disse “oi”).

Finalmente quando conseguimos contato com o CIOP, simplesmente o servidor público atende, pergunta qual o problema, diz que vai enviar uma viatura ao local (que não é enviada) e ainda por cima repassa um número fixo para contato, em vez de acionar a diretamente a DEMA. Qual parte do “integrado” os atendentes do CIOP não compreenderam?

A verdade é que durante as madrugadas dos fins de semana, Belém vira uma cidade sem governo, pois é possível colocar som alto até altas horas e caso ocorra alguma emergência (incêndio, acidente de trânsito, invasão de domicílio) nesse período, o CIOP só enviará uma viatura de manhã, quando já for tarde.

Written by ASCOM

09/11/2011 at 3:07 PM

O Paradoxo da Feira Pan-Amazônica do Livro: incentivando a leitura com preços proibitivos

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Do dia 3 ao dia 11 de setembro aconteceu a Feira Pan-Amazônica do livro no Hangar Centro de Convenções da Amazônia. A feira é considerada a 4ª maior em quantidade de público no Brasil e a cada ano supera o número de visitantes, no entanto, ao longo de 15 anos de feira muitas mudanças ocorreram, desde a dimensão do evento até a concepção ideológica do evento. Afinal, a feira do livro fomenta e incentiva a leitura ou repele com preços proibitivos os possíveis leitores, eis o paradoxo.

 

Basta observar a quantidade de pessoas com as “sacolinhas” de compras nas mãos. São poucas. A grande maioria vai para “olhar” os livros e talvez comprar algum, caso o preço seja convidativo (nesse caso, os livros de R$ 1 até R$ 10 fazem sucesso). Infelizmente os expositores da feira ainda praticam os mesmos preços, sem descontos e sem promoções e só quem tem dinheiro suficiente pode comprar. Resumindo: a Feira Pan-Amazônica do livro parece ser feita para o público elitizado, que pode pagar R$ 40 reais em um livro, enquanto que os menos favorecidos ficam apenas na vontade, pois não há nenhuma política de incentivo e fomento nessa feira.

 

Como a feira não promove a formação de um público leitor por conta dos preços proibitivos dos livros, o evento acaba se tornando um ponto de encontro de jovens e menores que fazem de tudo (de brigas entre estudantes de escolas públicas até furtos dentro e nos arredores da feira, ao contrário dos alunos de uma escola particular que apresentaram espetáculos teatrais bem produzidos e de qualidade), menos ler algum livro ou participar das atividades, que estão cada vez mais esvaziadas, embora o público presente seja cada vez maior.

 

É preciso realizar um trabalho educativo direcionado para o público infanto-juvenil e em conjunto com as escolas para evitar que um espaço de conhecimento e de promoção do ato de ler vire uma verdadeira “algazarra”, como está acontecendo nas últimas edições da feira.

 

Caso o formato da Feira Pan-amazônica do livro não seja repensado correremos o risco de ter uma feira fora do controle dos organizadores, sem objetivo e extremamente desconfortável para quem frequenta. É preciso refletir também a situação do comércio ali realizado, pois é possível perceber uma concentração de livrarias religiosas e de instituições que nada tem a ver com a cadeia de produção do livro, como SAMU, Unimed, Diário do Pará, O Liberal, faculdades particulares que raramente publicam algo escrito, dentre outros estandes desnecessários.

 

 

“A feira virou uma vitrine para outros produtos sem ligação com a leitura.”

 

Bons eram os tempos onde a feira possuía um único patrocinador, os shows realizados possuíam relação direta com o universo literário, grandes escritores participavam (esse ano nem o mestre Ariano Suassuna veio), a programação científica era rica e principalmente, havia espaço para que o leitor pudesse circular e apreciar as obras, coisa que deixou de ser feita. A feira se massificou e perdeu o status de evento de literário.

 

 

É preciso aprender que quantidade não é qualidade. Sugiro que a Feira deixe de ser feira e vire uma Bienal, assim daria tempo de organizar um evento de qualidade.

Espero um dia não ter que ler essa notícia: “Polícia prende 45 pessoas na Feira do Livro”.

 

PS.: Senti falta de uma homenagem ao falecido prof. Benedito Nunes. Acho que o nosso grande mestre merecia algo proporcional ao tamanho de sua importância, mas infelizmente não pensaram nesse detalhe.

PS²: A editora da Universidade Federal do Pará relançou a Coleção Diálogos de Platão, agora na versão Português/Grego, quando poderia relançar o restante da coleção que ainda não  foi reeditada…uma pena.

PS³: A editora 7Letras relançou uma nova edição do livro do escritor Dalcídio Jurandir, intitulado “Chove nos Campos de Cachoeira”, quando poderia ter lançado outros livros que pertencem ao ciclo e que estão órfãos (sem edição).

Divisão do Pará: Origem e feitos dos Políticos Separatistas

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“Com a divisão, 90% dos funcionários públicos do estado do Pará serão demitidos em massa, e os novos estados só poderão fazer concurso em 20 anos, enquanto isso os políticos e magistrados ficarão no poder com suas famílias, luxando com o dinheiro do seu tributo. O efetivo policial será reduzido por menos da metade, os funcionários de todas as secretarias serão reduzidos. Conheça alguns interessados na divisão e reflita se eles merecem crédito.”

Dep.Giovanni Corrêa Queiroz
Naturalidade: Campina Verde, MG
RÉU: Ação Penal 476 – Crime contra o direito tributário.

NÃO É PARAENSE.

Senador Mozarildo Cavalcanti
Natural: RORAIMA Inquérito 2595 – Contrabando ou descaminho*
ABUSO DE PODER ECONÔMICO –
*ABUSO DE PODER POLÍTICO/AUTORIDADE
*CAPTAÇÃO ILÍCITA DE SUFRÁGIO –(compra de voto)
*USO INDEVIDO DE MEIO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL

NÃO É PARAENSE.

Asdrúbal Mendes Bentes
Naturalidade: Humaitá, AM
RÉU: Ação Penal 481 – Captação ilícita de votos ou corrupção eleitoral. Estelionato e formação de quadrilha ou bando.

 NÃO É PARAENSE.

Dep.federal (Zé Geraldo)
Natural: São Gabriel da palha,ES
Acusado de participar de esquema de arrecadação de recursos com madeireiros, no IBAMA a fim de garantir a ausência de obstáculos à exploração madeireira pelos empresários.

 NÃO É PARAENSE.

Dep. Lira Maia
Natural: Santarém
RÉU: Ação Penal 484 – Crimes de responsabilidade.
Inquérito 2578 – Crime contra a administração pública.
Inquérito 2630 – Crimes de responsabilidade.
Inquérito 2632 – Crimes de responsabilidade.
Inquérito 2685 – Crimes de responsabilidade

dep.José da Cruz Marinho
Naturalidade: Araguacema, TO

NÃO É PARAENSE.

Antônio Carlos Peixoto De Magalhães Neto- BAHIA

NÃO É PARAENSE.

Paulo Rocha (PT-PA)
Ação Penal 470 – Convertido em réu pelo STF na denúncia contra os 40 acusados no caso mensalão, Paulo Rocha responde a processo por lavagem de dinheiro.

Dep. WANDENKOLK GONÇALVES psdb-pa

É o Relator do projeto na
câmara federal (considerado traidor por parte de seus eleitores).

Não permitam que o Pará seja saqueado e retalhado

por forasteiros e corruptos. Diga Não à divisão!

Pará, mais que um estado, uma Nação.

Written by ASCOM

08/26/2011 at 2:30 PM

Hospitais de Portas Fechadas: o Pará não cuida nem dos filhos deste solo

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“Aplicarei os regimes para o bem do doente segundo o meu poder e entendimento, nunca para causar dano ou mal a alguém. “ (Hipócrates)

 

Infelizmente a saúde pública no Pará está abandonada (há muito tempo), por descaso de governos anteriores e pela falta de empenho do governo atual, o fato é que os hospitais públicos estão se fechando para o atendimento  com a desculpa de que estão superlotados. Os hospitais estão superlotados, então é preciso aumentar a capacidade dos mesmos, de acordo com o crescimento da demanda, essa é a lógica.

O caso da paciente que perdeu gêmeos por falta de atendimento no hospital referência em neonatologia mostra uma situação que é regra nos demais hospitais do Estado  (como Hospital das Clínicas, Santa Casa, Abelardo Santos, Barros Barreto, Prontos-Socorros), o atendimento desumanizado, geralmente feito por profissionais sem competência para lidar com o público (aí incluo os “guardas” porteiros terceirizados, que barram quem precisa de atendimento), inclusive os profissionais de saúde que tratamos pacientes sem o mínimo de consideração, nem mesmo com as grávidas.

A grávida do caso era paciente da Santa Casa e fazia o acompanhamento de acordo com as recomendações, embora a gestação fosse de risco, inclusive a mesma possuía consulta marcada para o fatídico dia da perda dos bebês, portanto, a desculpa de que o paciente não possuía encaminhamento (“piada pronta” em casos de omissão de atendimento) não se aplicava ao caso. A Santa Casa recusou sua própria paciente em um momento delicado, onde três vidas corriam risco (a da mãe e dos dois bebês). É importante frisar que a paciente já havia sido RECUSADA em outro hospital do ESTADO, hospital pago por todos nós contribuintes.

Fica a lição para o Governo do Pará. Nunca RECUSE uma grávida que precisa de atendimento, ponham-se no lugar da mãe que perdeu dois bebês, e se fossem seus filhos?

A decisão do Governador em afastar os envolvidos no caso foi acertada, assim como a atitude do bombeiro (de ter dado voz de prisão para a médica), pois omissão de socorro é crime e no mínimo a paciente deveria ter recebido atenção de algum profissional e encaminhada para outro hospital. Nada disso foi feito, portanto, a conduta dos envolvidos na omissão deve ser apurada e julgada, caso sejam culpados, os mesmos devem sofrer as consequências desse ato criminoso e desumano.

Para os profissionais e gestores da saúde (médicos, enfermeiros, secretários e colaboradores), faço-os lembrar do juramento de Hipócrates atualizado pela Declaração de Genebra, onde os preceitos morais de defesa à vida são exaltados:

“NO MOMENTO DE SER admitido como membro da profissão médica:

EU JURO SOLENEMENTE consagrar a minha vida a serviço da humanidade;

EU DAREI aos meus professores o respeito e a gratidão que lhes são devidos;

EU PRATICAREI a minha profissão com consciência e dignidade;

A SAÚDE DE MEU PACIENTE será minha primeira consideração;

EU RESPEITAREI os segredos confiados a mim, mesmo depois que o paciente tenha morrido;

EU MANTEREI por todos os meios ao meu alcance, a honra e as nobres tradições da profissão médica;

MEUS COLEGAS serão minhas irmãs e irmãos;

EU NÃO PERMITIREI que concepções de idade, doença ou deficiência, religião, origem étnica, sexo, nacionalidade, filiação política, raça, orientação sexual, condição social ou qualquer outro fator intervenham entre o meu dever e meus pacientes;

EU MANTEREI o máximo respeito pela vida humana;

EU NÃO USAREI meu conhecimento médico para violar direitos humanos e liberdades civis, mesmo sob ameaça;

EU FAÇO ESTAS PROMESSAS solenemente, livremente e pela minha honra.”

Written by ASCOM

08/24/2011 at 10:13 PM

Deputado Federal destrói153 hectares de floresta nativa da Amazônia

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Imagine se não fosse nosso “representante”. Lamentável

No dia 28 de julho, o Ibama multou em R$ 3,06 milhões o deputado federal Raimundo Coimbra Júnior (PMDB) por destruir, com uso de fogo, 153 hectares de floresta nativa amazônica em regeneração na fazenda Vale da Cachoeirinha, localizada na Área de Proteção Ambiental (APA) Triunfo do Xingu, em São Félix do Xingu, no Pará.

Apesar de ter sido eleito por Tocantins, estado onde mora, o parlamentar é pecuarista no sudoeste paraense.  Segundo declarou à Justiça Eleitoral, possui na região 800 cabeças de gado e a fazenda, avaliada em R$ 2 milhões.

Além de multado, Coimbra Júnior teve cinco motosserras apreendidas pela fiscalização ambiental. Os fiscais também embargaram todas as atividades que impeçam a regeneração da floresta na área queimada ilegalmente na propriedade, principalmente a pecuária.

Desde março, o Ibama combate desmatamentos ilegais em São Félix do Xingu, município líder em desmates no Pará.  A fazenda Vale da Cachoeirinha chamou atenção dos fiscais no dia 26 de julho, quando identificaram por imagens de satélite um grande foco de calor no local. Ao se aproximar de helicóptero da APA Triunfo do Xingu, os fiscais já constataram a grande coluna de fumaça da queimada. “A floresta em médio estágio de sucessão estava sendo derrubada e queimada sem critério algum para ampliar a pastagem da fazenda”, conta o coordenador da operação Disparada, o analista ambiental Luciano Silva.

Reincidência

Raimundo Coimbra Júnior já foi autuado outras duas vezes por desmatamento pelo Ibama. As multas foram em 2005, mas ainda estão sendo contestadas pelo deputado. A primeira foi de R$ 436,9 mil, que o parlamentar tenta cancelar judicialmente, e a segunda, no valor de R$ 291,3 mil, teve recurso apresentado ao Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), o que era possível à época.

Município líder em multas

A operação Disparada já aplicou R$ 99 milhões em multas em cerca de cinco meses de fiscalização em São Félix do Xingu. Os fiscais também apreenderam 505,9 m3 de madeira serrada, 958 m3 do produto em tora, 33 motosserras, 24 caminhões, 13 tratores e duas caminhonetes, além de desmontar quatro serrarias ilegais. Até o momento, 5,2 mil hectares de áreas desmatadas irregularmente foram embargadas.   As informações são do Ibama. (DOL)

Written by ASCOM

08/03/2011 at 3:10 PM

Plesbicito: Todo o Pará será consultado

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Ao contrário do que os separatistas queriam, toda a população do Pará será consultada sobre a divisão ou não do atual território em mais dois (Tapajós e Carajás). Muitos separatistas acreditavam que apenas a população dos futuros Estados deveria ser consultada.

Não foi o que o Tribunal Superior Eleitoral entendeu.

De acordo com  as minutas publicadas pelo TSE, os paraenses devem responder duas perguntas:

1) Você é a favor da divisão do Estado do Pará para a criação do Estado de Carajás?

(   ) SIM

(   ) NÃO

2) Você é a favor da divisão do Estado do Pará para a criação do Estado de Tapajós?

(   ) SIM

(   ) NÃO

 

 

Confiram as minutas publicadas aqui: http://www.tse.gov.br/internet/eleicoes/plebiscitos/audiencia_publicas.html

Written by ASCOM

07/30/2011 at 11:08 AM

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